Assassinato

Morto a tiros, homem teria ido cobrar dívida de 122 mil de ex-sócio em Cabreúva

O atirador entrou em uma viatura policial e confessou aos policiais que disparou contra o ex-sócio

 Morto a tiros, homem teria ido cobrar dívida de 122 mil de ex-sócio em Cabreúva
1° DP do Jacaré Foto: Internet

Morto a tiros, homem teria ido cobrar dívida de 122 mil de ex-sócio em Cabreúva

O assassinato do comerciante Jairo Guimarães, na noite desta quarta-feira (26), a tiros, dentro de uma residência no Vilarejo, em Cabreúva, Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), ganhou novos detalhes. Segundo a investigação da Polícia Civil, Jairo teria ido à casa de seu ex-sócio, José Alves, na rua Nigéria, e teria invadido o local para cobrar uma dívida no valor de R$ 122 mil.

Segundo apontado pela investigação, o comerciante primeiro bateu com uma motocicleta no portão da residência, depois arrombou o portão, invadindo a casa para cobrar uma dívida de maquinários de quando eles eram sócios.

O ex-sócio, que é CAC (registro emitido pelo Exército Brasileiro que permite a posse e uso de armas de fogo para atividades desportivas, caça ou coleção), teria tentado se defender com um revólver, que travou, e então os dois começaram uma luta corporal por toda a casa.

Em depoimento às autoridades, José disse que Jairo teria ameaçado, dizendo que comparsas, armados com metralhadoras, estavam esperando do lado de fora da casa.

José teria se trancado no quarto, mas Jairo teria arrombado a porta. Foi quando, armado, José disparou primeiro contra a parede, depois contra Jairo. Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Rede Record, o delegado Ruiter Martin disse que foi um total de sete tiros disparados contra a vítima.

O ex-sócio teria saído de casa e se deparado com uma viatura policial, momento em que confessou aos policiais ter atirado contra Jairo e os levou até sua casa.

Foram apreendidas as armas de fogo em posse de José: uma pistola calibre 9 mm e um revólver calibre 38. A área foi isolada para o trabalho da perícia. A Polícia Civil também foi acionada e seguirá com as investigações para apurar as circunstâncias do caso.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí e depois liberado para o sepultamento, que aconteceu às 16h desta quinta-feira (26), no Cemitério Municipal de Cabreúva, no Centro.

No 1º DP, no Jacaré, após prestar depoimento, José foi liberado, por a autoridade acreditar, até o momento, que ele agiu em legítima defesa. Um inquérito policial foi aberto para apurar os fatos e levantar elementos que podem ajudar a Justiça. O atirador pode responder por homicídio.

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Fonte Balanço Geral e THMais

Redação 27 de Março de 2026