Morre, aos 58 anos, Antônio Carlos Mangini
Morreu na madrugada deste domingo (15), aos 58 anos, o prefeito de Cabreúva, Antônio Carlos Mangini. Ele estava internado em São Paulo, não resistiu à um tumor no pâncreas, doença contra a qual lutava desde 2020.
A notícia começou a circular pelas redes sociais dos cabreuvanos ainda de madrugada. Por volta das 7h30, veio a confirmação, através de postagem feita nas páginas oficiais da Prefeitura.
Pelo que se sabe, Mangini estava internado em um hospital da Capital, chegou a receber alta, e foi diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) na última sexta-feira, 13. Ele teria tornado a se sentir mal, sendo levado novamente ao hospital, onde não resistiu.
"Combateu o bom combate", dirão todos os que o conheceram. Mangini era integrante da Polícia Militar quando foi destacado pela corporação para servir em Cabreúva no começo dos anos 2000. Seu jeito simples, temperamento humilde, logo fizeram com que tivesse muitos amigos na cidade, passando a se envolver com questões sociais.
Ele decidiu se candidatar a vereador, e se elegeu em 2004 pela primeira vez. Nas eleições de 2008, foi candidato a prefeito, perdendo por menos de 200 votos para Cláudio Giannini (também já falecido). Mangini voltou a disputar o posto do Executivo em 2012, sendo derrotado novamente.
Convidado, trabalhou como secretário de Segurança em Itu por um período. Em 2016, voltou à cena política elegendo-se vereador. Em 2020, venceu as eleições para a Prefeitura de Cabreúva, assumindo o mandato entre 2021 e 2024. Mas a campanha daquele ano foi marcada pela descoberta de um tumor no pâncreas, contra o qual lutava desde então.
Apaixonado por Cabreúva e pela gente cabreuvana, Mangini comandou a cidade até agora. Reelegeu-se para um segundo mandato, que agora não assumirá.
Caberá à vice-prefeita eleita, Noemi Bernardes, a tarefa de conduzir a chefia do Executivo a partir de 1 de janeiro de 2025 até 31 de dezembro de 2028.
Mensagens de condolências circulam desde cedo pelas redes sociais. O prefeito eleito de Jundiaí, Gustavo Martinelli, lamentou a notícia: "Mangini foi um líder dedicado e guerreiro, que enfrentou com coragem sua batalha contra o câncer. Sua trajetória deixa um legado de trabalho e compromisso".
Mangini deixa a viúva Val, os filhos Matheus, Maria Clara e Gabriela.
Ainda não há informações sobre o velório.
Redação 15 de Dezembro de 2024