Itupeva se esforça para se livrar dos “elefantes brancos”
Antes tarde do que nunca! Nesta quinta-feira (10), a Prefeitura de Itupeva entregou as obras de combate às enchentes e urbanização do córrego da Lagoa, na região dos Jardins Alegria, Buriti e Samambaia.
A obra, que se arrastou desde o ano de 2023, passou por três anos, três prefeitos, custou R$ 22,7 milhões aos cofres públicos e triplicou a capacidade de vazão do córrego em direção ao Rio Jundiaí. Na cerimônia de posse de seu primeiro mandato, no ano de 2024, o prefeito Rogério Cavalin havia prometido concluir até o fim daquele ano as obras nos córregos da Lagoa e do Piracatu. A promessa atrasou, mas foi cumprida.
Segundo a Prefeitura, a obra inicialmente contratada não abrangia toda a estrutura que hoje existe no local. Itens como calçadas, pavimentação das vias próximas e estruturas de proteção no entorno do córrego ficaram fora daquela primeira etapa.
Foram investidos mais de R$ 2 milhões em pavimentação e recapeamento da Avenida José Tonoli. Também foram instalados gradis e muretas de proteção, iluminação em LED, bancos de concreto e paisagismo.
A obra é o segundo “elefante branco” dos três deixados pelo PDI - Programa de Desenvolvimento de Itupeva, anunciado pelo então prefeito de Itupeva, Marcão Marchi, no dia 30 de março de 2023.
O primeiro “elefante branco” foi a obra de combate às enchentes e urbanização do córrego do Piracatu, na região da Vila São João, entregue no dia 9 de agosto de 2025. O terceiro, que ainda não foi entregue, é a eterna obra da Ponte Estaiada, que liga a Avenida Nelson Gulla à Rua Walter Fregnani, cortando o Rio Jundiaí, se arrasta desde 2020 e está em sua fase final.
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Redação 14 de Setembro de 2026
